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 Jogadores da NFL pedem fim da violência na Nigéria
fevereiro 2, 2026

Jogadores da NFL pedem fim da violência na Nigéria

Jogadores da NFL pedem ação dos EUA contra perseguição na Nigéria

Mais de 60 jogadores e ex-jogadores da National Football League (NFL) enviaram uma carta a autoridades dos Estados Unidos, incluindo o presidente Donald Trump e líderes do Congresso, solicitando medidas para combater o aumento da perseguição religiosa na Nigéria. A carta foi encaminhada na sexta-feira, 19 de dezembro.

Carta Apela por Medidas Concretas

No documento, os atletas descrevem a situação na Nigéria como “um nível que exige ação imediata e concreta dos Estados Unidos”. Eles expressam preocupação com a crescente violência atribuída a grupos extremistas e redes criminosas, destacando o impacto em famílias, igrejas e a estabilidade regional.

“Como jogadores atuais e antigos da NFL que se importam profundamente com a justiça — aqui na América e ao redor do mundo — estamos entristecidos e indignados com a crescente violência, e escrevemos para exortá-los a agir agora para enfrentar a perseguição religiosa na Nigéria e garantir que os responsáveis sejam responsabilizados”, diz a carta.

Atletas Solicitam Assistência Humanitária e Monitoramento

Os signatários da carta, que citam a presença de atletas nigerianos na NFL, solicitam medidas práticas como a ampliação da assistência humanitária para pessoas deslocadas, relatórios trimestrais ao Congresso sobre a violência de motivação religiosa e o preenchimento do cargo de Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado.

Os jogadores reconhecem que em outubro Trump reconheceu a Nigéria como “país de preocupação particular”, classificação usada pelos EUA em casos de perseguição religiosa.

Signatários de Destaque

Entre os signatários da carta estão nomes como Steve Stenstrom, Benjamin Watson, Tony Dungy, Kirk Cousins, Jameis Winston, Brock Purdy, C.J. Stroud e TreVeyon Henderson. Os atletas afirmam sentir “uma responsabilidade moral de falar por aqueles cujos gritos permaneceram sem resposta por tempo demais”.

Violência e Perseguição Religiosa na Nigéria

A carta faz referência a dados de organizações que monitoram a violência na Nigéria. A Intersociety estima que 7.800 cristãos foram detidos ou sequestrados por conta de sua fé entre 1º de janeiro e 10 de agosto, além de mais de 7 mil assassinatos atribuídos a extremistas islâmicos. A Portas Abertas informa que a Nigéria ocupa a 7ª posição entre os 50 países onde é mais difícil ser cristão.

Contexto

A carta dos jogadores da NFL destaca a preocupação internacional com a violência religiosa na Nigéria e busca pressionar o governo dos EUA a tomar medidas concretas para proteger as minorias religiosas e promover a estabilidade na região.

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